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Brazilian Statistical and Geographic Institute : 09/13/2012 In July, retail sales increased by 1.4% and nominal revenue rose by 1.7%

09/13/2012 | 09:11am US/Eastern

In July, retail trade in the country recorded increase of 1.4% in volume of sales and of 1.7% in nominal revenue, in relation to the previous month, in the seasonally adjusted series. Regarding volume of sales, that is the second positive result after the decrease recorded in May. In terms of nominal trade, the current result represents the fifth consecutive month with a positive rate. The other comparisons, obtained from the original series, that is, without adjustment, volume of sales increased 7.1% over July 2011; 8.8% accumulated in the first seven months of the year and 7.5% accumulated in the last 12 months. In similar comparisons, nominal revenue changed by 10.3%, 11.8% and 11.3%, respectively. The complete publication is available at www.ibge.gov.br/english/estatistica/indicadores/comercio/pmc/.

See the remainder in Portuguese.

Entre as dez atividades, oito registraram variação positiva

Nos resultados de julho sobre o mês anterior, com ajuste sazonal, oito das dez atividades registraram variações positivas em termos de volume de vendas, destacando-se a atividade de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, com 9,7%, seguida por Tecidos, vestuário e calçados (2,4%); Combustíveis e lubrificantes (1,2%); Material de construção (1,0%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%); Móveis e eletrodomésticos (0,7%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,3%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,3%). As variações negativas ocorreram nas atividades de Livros, jornais, revistas e papelaria, com -0,7% e em Veículos e motos, partes e peças, com -8,9%.

Já na relação julho de 2012 contra julho de 2011 (série sem ajuste), todas as atividades pesquisadas apresentaram aumento no volume de vendas, cujas taxas, por ordem decrescente de magnitude, foram as seguintes: 16,4% para Veículos e motos, partes e peças; 12,5% para Móveis e eletrodomésticos; 11,4% em Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação; 11,3% em Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria; 7,3% para Combustíveis e lubrificantes; 6,3% em Outros artigos de uso pessoal e doméstico; 6,2% para Livros, jornais, revistas e papelaria; 5,5% em Material de construção; 5,5% para Tecidos, vestuário e calçados e 5,0% em Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo.

Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com variação de 5,0% no volume de vendas em julho sobre igual mês do ano anterior, foi o responsável pela maior participação no resultado do varejo (33%). Mesmo com a principal influência, a atividade apresenta desempenho abaixo da média, em função do comportamento dos preços dos alimentos, que cresceram acima do índice geral no período de 12 meses: 8,2% no grupo Alimentação no domicílio, contra 5,2% da inflação global, segundo o IPCA. Em termos de resultados acumulados, as taxas de variação se estabeleceram em 8,9% para o acumulado dos primeiros sete meses do ano, e em 6,8% no dos últimos 12 meses.

Móveis e eletrodomésticos, com aumento de 12,5% no volume de vendas em relação a julho do ano passado, foi responsável pela segunda maior participação da taxa do varejo (31%). Em termos acumulados, as variações atingiram 13,9% no ano e 14,2% em 12 meses. A atividade tem seu resultado explicado pela política de incentivo do governo ao consumo através da redução de alíquotas de IPI para móveis e linha branca, além da manutenção do crédito e da estabilidade do emprego, bem como pela queda dos preços dos eletrodomésticos (-6,7%, nos últimos 12 meses, para Aparelhos eletrônicos no IPCA do IBGE).

Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, com 11,3% de crescimento no volume de vendas em relação a julho de 2011, ficou com o terceiro impacto na formação dos resultados do varejo. Com acréscimos da ordem de 11,0% no acumulado do ano e de 10,0% no acumulado dos últimos 12 meses, o segmento mantém em todas as comparações resultados acima da taxa global. Os principais fatores a contribuir para isto foram a oferta de crédito e a essencialidade dos produtos do gênero.

Combustíveis e lubrificantes, com variação de 7,3% no volume de vendas em relação a julho de 2011, foi responsável pelo quarto maior impacto no resultado geral do varejo. Em termos de desempenho acumulado, as taxas de variação ficaram em 5,1% e 3,0% para os sete primeiros meses do ano e para os últimos 12 meses, respectivamente. Tais resultados têm como principal causa a redução dos preços dos combustíveis automotivos, que nos últimos 12 meses registraram variação de -1,8%, segundo o IPCA.

Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba segmentos como lojas de departamentos, ótica, joalheria, artigos esportivos, brinquedos etc., registrou crescimento de 6,3% no volume de vendas em relação a julho de 2011, exercendo, com isso, o quinto maior impacto na formação da taxa do varejo. Em termos de acumulados, as variações foram de 7,3% no ano e de 4,8% nos últimos 12 meses.

Varejo ampliado cai 1,5% em julho

O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e mais as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, registrou em relação ao mês anterior variação de -1,5% para o volume de vendas e de -1,0% para a receita nominal, ambas as taxas com o ajustamento sazonal. Comparado com o mesmo mês do ano anterior (sem ajuste sazonal), as variações foram de 10,2% para o volume de vendas e de 10,4% para a receita nominal. No acumulado do ano e dos últimos 12 meses o setor apresentou taxas de variação de 7,5% e 5,9% para o volume e de 8,8% e 7,9% para a receita nominal de vendas, respectivamente.

No que tange ao volume de vendas, a atividade de Veículos, motos, partes e peças registrou crescimento de 16,4% em relação a julho de 2011, acumulando nos sete primeiros meses do ano e nos últimos doze meses variações de 5,0% e 2,9%, respectivamente. A queda de preços em função da redução do IPI para compra dos automóveis novos justifica tais variações. Quanto a Material de construção, o acréscimo no volume de vendas foi de 5,5% na relação julho de 2012 contra igual mês do ano anterior, acumulando 8,7% nos sete primeiros meses do ano e 7,6% nos últimos 12 meses. Cabe ressaltar que os incentivos fiscais do governo através da redução do IPI continuam estimulando o desempenho do segmento.

Resultados foram positivos em todos os estados na comparação com julho de 2011

Todas as unidades da federação apresentaram resultados positivos no volume de vendas na comparação julho de 2012 contra julho de 2011. Os destaques em termos de taxa de crescimento foram: Roraima (28,8%); Acre (17,6%); Amapá (17,5%); Mato Grosso do Sul (15,0%) e Maranhão (12,1%). Quanto à participação na composição da taxa do comércio varejista, destacaram-se, pela ordem: São Paulo (8,5%); Minas Gerais (7,2%); Rio de Janeiro (4,4%); Paraná (7,1%) e Bahia com 8,7%.

Quanto ao varejo ampliado, que também apresentou variação positiva em todos os estados no mesmo período de comparação, as maiores taxas de desempenho, no que tange ao volume de vendas, ocorreram em Roraima (23,3%); Mato Grosso (20,5%); Acre (20,4%); Tocantins (19,7%) e Alagoas (17,9%). Em termos de impacto no resultado global do setor, os destaques foram os estados de São Paulo (12,2%); Rio Grande do Sul (10,0%); Rio de Janeiro (6,7%); Paraná (9,5%) e Minas Gerais com 6,1%.

Ainda por unidades da federação, os resultados sobre o mês anterior com ajuste sazonal, para o volume de vendas, foram positivos em 18 dos 27 estados, sendo destaques as taxas do Rio Grande do Norte (3,0%); São Paulo (2,9%); Ceará (1,8%); Piauí (1,6%) e Maranhão (1,6%).

Social Communication
September 13, 2012

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